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Toxicidade dos Óleos Essenciais

A maior parte das plantas tóxicas não é aromática, mas apesar dos óleos essenciais serem substâncias naturais botânicas, não estão isentos de toxicidade. Muitas vezes, o óleo essencial de uma planta pode ser tóxico e o próprio vegetal não, pois os óleos essenciais são, geralmente, setenta vezes mais concentrados que a planta da qual foram obtidos.

 

Os óleos essenciais com diferentes graus de toxicidade são, em ordem decrescente: 

Mostarda (Brassica nigra)

Arruda (Ruta graveolens)

Artemísia (Artemisia vulgaris)

Hissopo (Hyssopus officinalis)

Absinto (Artemisia absinthium)

 Erva-doce (Foeniculum vulgare). 

 

Como exemplos de óleos essenciais que podem causar sensibilização cutânea, temos, em ordem decrescente: 

Bergamota (Citrus bergamia)

Cravo (Syzygium aromaticum)

Canela (Cynnamomum zeylanicum)

Pinho (Pinus pumilho) 

Junípero (Juniperus comunis)

A inalação prolongada dos óleos essenciais pode causar dores de cabeça, náuseas, alergias e outros sintomas (já que os óleos essenciais atingem o sistema nervoso). Ao cheirar uma mistura de óleos essenciais, o risco de efeito prejudicial não será como se fossem vários óleos separadamente, pois a combinação é harmônica, de forma que um óleo aromático “completa” as propriedades do outro. Por isso é importantíssimo procurar um profissional Aromaterapeuta para a prescrição da dosagem correta, assim como, formas de utilização e sinergias que somente farão bem ao seu organismo causando bem estar e melhorando sua saúde Física e Emocional.

 

Atenção à segurança

Embora possam ser benéficos, os óleos essenciais devem ser utilizados apenas com indicação e supervisão de um profissional especializado. Cada gota de óleo essencial pode possuir até 400 componentes químicos, e o mau uso dessas substâncias pode ser prejudicial à saúde.

Portanto, as pessoas que desejam fazer uso da aromaterapia devem procurar um profissional da área e tomar muito cuidado com a procedência dos produtos utilizados.

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Fonte: Centro Universitário São Camilo

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